Shchavot Tzeirot

    O período de Shchavot Tzeirot (Camadas Jovens) corresponde ao primeiro ciclo na tnuá, no qual se é considerado somente chanich (educando). Participa-se de uma atividade semanal aos sábados e duas machanot por ano junto com o seu Snif, uma no verão e uma no inverno. O tempo do ciclo de Shchavot Tzeirot varia entre cada estado, podendo começar no 2º ao 4º ano do Ensino Fundamental e encerrando na transição de Solelimot Beit e Bonimot, isto é, com a entrada do chaver no Ensino Médio.


Shchavot Bogrot

    O período de Shchavot Bogrot (Camadas Adultas) corresponde ao segundo ciclo do chaver na tnuá, no qual ele passa a ter responsabilidades e ocupar funções estruturais e/ou educacionais dentro do movimento. É nesse ciclo, também, que se passa a ter contato com o Habonim Dror Artzi, passando a frequentar Machanot Centrais (com chaverimot de todo o Brasil), duas vezes ao ano, uma verão e uma no inverno. Nesse período trabalha-se a unificação e identificação a nível nacional de cada kvutzá, realizando um processo educacional único. É um período que dura 4 anos.


Hadrachá

    Durante o segundo ano de Shchavot Bogrot, os chaverimot passam pelo processo de Pré-Chug, se capacitando para se tornarem madrichimot (educadores). Estuda-se de forma aprofundada temas relacionados com educação em geral, como pedagogias tradicionais/não-tradicionais e práticas educacionais em peulot em também no curso Beit Sefer com outras tnuot. A Machané Central de inverno trabalha o tema da Hadrachá, seus dilemas e reflexões, paras os chaverim dessa kvutzá. Torna-se madrich efetivamente (dando atividades nos sábados e machanot locais) no meio do ano de Mordimot ou no começo do ano de Maapilimot, dependendo do Snif.


Shnat Hachshará

    O Shnat Hachshará é um programa no qual os chaverimot passam um ano morando em Israel, colocando em prática as ideologias da tnuá, e aprendendo e se capacitando para a liderança da tnuá e da comunidade judaica. Trabalha-se num Kibutz, onde há trabalhos voluntários, participa-se do programa do Machon LeMadrichim em Jersusalém, e conhecem mais a fundo a sociedade israelense. Os chaverimot entram em contato com o Habonim Dror Olami (Mundial), conhecendo o contexto tnuati de outros países e realidades muito distintas presentes no mesmo movimento mundial. É a experiência de maior imersão na vida tnuati.


Pré-Bagrut

    Para os chaverimot que optarem por não realizarem o programa do Shnat Hachshará e ficarem em seus respectivos estados, existe um processo de capacitação para a Bagrut realizado no Brasil. É um processo que está em constante desenvolvimento, ganhando cada vez mais concretude. Os chaverim continuam participando das atividades da tnuá de seu Snif e têm peulot de conteúdos e de preparação para a liderança da tnuá e comunidade judaica.


Bagrut

    A Bagrut é o último ciclo da vida dentro da tnuá, no qual o chaver passa a exercer cargos de liderança de maior responsabilidade, além de serem madrichimot de Shchavot Bogrot , seja no processo educativo semestral ou nas Machanot Centrais. Bogrimot são responsáveis por centralizar os processos da tnuá interna e externamente, além de realizar algumas questões mais burocráticas.


Pós-Bagrut

    Anteriormente costumava-se chamar quem saísse da tnuá após o período da Bagrut de Ex-Boguer, marcando assim o fim da interação com o movimento. Atualmente consideramos o período posterior como Pós-Bagrut, pois acreditamos em um apoio externo dessas pessoas com a tnuá, deixando assim mais próximo esse contato.

Hagshamá

    A Hagshamá Tnuati (realização no movimento) do Habonim Dror é muito discutida atualmente na tnuá, devido à novas reinterpretações de conceitos sionistas firmados antes da formação do Estado de Israel. Porém, nós, como um movimento sionista-socialista, vemos na aliá chalutziana – por meio da qual se trabalha pela transformação da sociedade e Estado de Israel segundo os nossos valores - a principal forma de colocar em prática suas ideologias. Sendo assim esta é a nossa Hagshamá Tnuatit.
    Além da realização no movimento, existe também a Hagshamá Atzmit (realização pessoal), na qual o indivíduo deve passar por um processo que envolve autoconhecimento e uma busca - prática e teórica - em direção àquilo que se deseja e acredita. Com isso, acreditamos que mesmo que o chaver não alcance a Hagshamá Tnuatit, deve seguir em busca da Hagshamá Atzmit, sendo uma vida chalutziana, mesmo na diáspora, igualmente válida. Para se construir um futuro melhor para o povo judeu, o trabalho no Estado de Israel e também na diáspora são necessarios